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Citações do Maçom Ruy
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Dilatai a fraternidade
cristã, e chegareis das afeições individuais às
solidariedades coletivas, da família à nação, da nação à
humanidade. (Rui Barbosa – Coletânea Literária, 211).
- A
esperança é o mais tenaz dos sentimentos humanos: o
náufrago, o condenado, o moribundo aferram-se-lhe
convulsivamente aos últimos rebentos ressequidos. (Rui
Barbosa – A Ditadura de 1893, IV-207).
- O homem,
reconciliando-se com a fé, que se lhe esmorecia, sente-se
ajoelhado ao céu no fundo misterioso de si mesmo. (Rui
Barbosa – A Grande Guerra, 12).
- O
escritor curto em idéias e fatos será, naturalmente, um
autor de idéias curtas, assim como de um sujeito de escasso
miolo na cachola, de uma cabeça de coco velado, não se
poderá esperar senão breves análises e chochas tolices.
(Rui Barbosa – A Imprensa e o Dever da Verdade, 9).
- Em
cada processo, com o escritor, comparece a juízo a própria
liberdade. (Rui Barbosa – A Imprensa, III, 111). |
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- Se
os fracos não tem a força das armas, que se armem com a
força do seu direito, com a afirmação do seu direito,
entregando-se por ele a todos os sacrifícios necessários
para que o mundo não lhes desconheça o caráter de entidades
dignas de existência na comunhão internacional. (Rui Barbosa
– A Revogação da Neutralidade Brasileira, 33).
- A
existência do elemento servil é a maior das abominações.
(Rui Barbosa – Coletânea Literária, 28).
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Toda a capacidade dos nossos estadistas se esvai na intriga,
na astúcia, na cabala, na vingança, na inveja, na
condescendência com o abuso, na salvação das aparências, no
desleixo do futuro. (Rui Barbosa – Colunas de Fogo, 79).
- Na paz ou na
guerra, portanto, nada coloca o exército acima da nação,
nada lhe confere o privilégio de governar. (Rui Barbosa –
Contra o militarismo, 1.°
série, 131).
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Eu não troco a justiça pela soberba. Eu não deixo o direito
pela força. Eu não esqueço a fraternidade pela tolerância.
Eu não substituo a fé pela superstição, a realidade pelo
ídolo. (Rui Barbosa – O Partido Republicanos Conservador,
61).
- Só
o bem neste mundo é durável, e o bem, politicamente, é
todo justiça e liberdade, formas soberanas da autoridade e
do direito, da inteligência e do progresso.
(Rui Barbosa - O Partido
Republicano Conservador, 46)
- A acusação é sempre um
infortúnio enquanto não verificada pela prova.
(Rui
Barbosa - Novos discursos e confissões, 112)
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- Criaturas que nasceram
para ser devoradas, não aprendem a deixar-se devorar.
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(Rui Barbosa - Elogios e
orações, 262)
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- Não há outro
meio de atalhar o arbítrio, senão dar contornos
definidos e inequívocos à condição que o limita.
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(Rui Barbosa - Coletânea
jurídica, 35)
- No culto dos
grandes homens não pode entrar a adulação.
(Rui
Barbosa - E. Eleitoral aos E. de Bahia e Minas, 120)
- O
ensino, como a justiça, como a administração, prospera
e vive muito mais realmente da verdade e moralidade,
com que se pratica, do que das grandes inovações e
belas reformas que se lhe consagrem.
(Rui
Barbosa - Plataforma de 1910, 37)
O espírito da fidelidade e da
honra vela constantemente, como a estrela da manhã da
tarde, sobre essas regiões onde a força e o
desinteresse, o patriotismo e a bravura, a tradição e a
confiança assentaram o seu reservatório sagrado. (Rui
Barbosa – Disc. E Conf., 226).
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- A eleição indireta tem por base o pressuposto
de que o povo é incapaz de escolher acertadamente os
deputados.
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(Rui Barbosa - Discursos e Conferências)
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- Sem
o senso moral, a audácia é a alavanca das grandes
aventuras.
(Rui Barbosa - Colunas de
Fogo, 65)
- Quanto maior o bem
, maior o mal que da sua inversão procede.
(Rui Barbosa - A
Imprensa e o Dever Da Verdade)
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É preciso ser forte e conseqüente no bem, para não o ver
degenerar em males inesperados.
(Rui Barbosa - Ditadura e República, 45)
- Um povo cuja fé se petrificou, é um povo cuja
liberdade se perdeu. (Rui Barbosa – Disc. E Conf., 263).
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- A
soberania da força não pode ter limites senão na força. (Rui
Barbosa – Disc. E Conf., 377).
- O
exército não é um órgão da soberania, nem um poder. É o
grande instrumento da lei e do governo na defesa nacional.
(Rui Barbosa – Ditadura e República, 138).
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Nenhum povo que se governe, toleraria a substituição da
soberania nacional pela soberania da espada. (Rui Barbosa –
Ditadura e República, 143).
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Embora acabe eu, a minha fé não acabará; porque é a fé na
verdade, que se libra acima dos interesses caducos, a fé
invencível. (Rui Barbosa – Elogios e Orações, 161).
- Os
que ousam ser leais à sua fé, são cobertos até de ridículo.
(Rui Barbosa – Novos Disc. E Conf., 194).
- A
espada não é a ordem, mas a opressão; não é a tranqüilidade,
mas o terror, não é a disciplina, mas a anarquia não é a
moralidade, mas a corrupção, não é a economia mas a
bancarrota. (Rui Barbosa – Novos Discursos e Conferências,
317).
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Outrora se amilhavam asnos, porcos e galinhas. Hoje em dia
há galinheiros, pocilgas e estrebarias oficiais, onde se
amilham escritores. (Rui Barbosa e dever da Verdade, 23). |
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